domingo, 10 de maio de 2015

O CAMINHO PARA A SANTIDADE - Richard D. Emmons


O CAMINHO PARA A SANTIDADE - Richard D. Emmons

Publicado por Junior Cesar Bulhoes
14 de julho de 2013 às 11:50
Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente, pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente. Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada. Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação, se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso. Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos. Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1 Pedro 1.22-2.10).
Muitos crentes hoje adoram cantar corinhos de louvor sobre santidade, mas a maioria não tem a mínima idéia de como obter a santidade sobre a qual cantam. Nossas igrejas experimentam uma grande incoerência entre o sentimento e a realidade, entre a emoção de domingo e o comportamento durante a semana. Como alguém se torna santo?
Escrevendo aos crentes que passavam por severos testes de sua fé, o apóstolo Pedro exortou os cristãos à santidade como um meio apropriado para suportar suas provas. Em vez de deixar uma recomendação fácil, ele instou: “Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1 Pe 1.15). Você pode perguntar: como alguém realiza isso? Em 1 Pedro 1.22-2.10, o apóstolo dá as explicações.
Amar Intensamente (1 Pe 1.22-25)
Pedro não iniciou com a razão. Em vez disso, ele começou com o coração: “Amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22). Amar significa colocar o bem-estar de alguém acima do seu. Há muitos anos, quando meus filhos eram pequenos, eles encontraram dois gatinhos sarnentos perdidos na vizinhança. Minha mãe, que estava nos visitando, detestava gatos. Apesar disso, seu amor por seus netos a impeliu a ajudá-los a dar mamadeira aos gatinhos, para que recuperassem a saúde. Fiquei impressionado com o gesto de amor.

“Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22).
Deus é santo e completamente único em Sua habilidade e inclinação a amar:“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Os filhos de Deus tornam-se santos, separados para Ele, quando seguem Seus passos e amam aos outros.
Ardentemente indica a natureza zelosa de amar como Deus ama. Esse mesmo advérbio, traduzido como “intensamente” em Lucas 22.44, demonstra a intensidade envolvida: “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra”.
Existem três razões para amar ardentemente. Primeiro, porque é assim que Deus ama. Segundo, porque esses crentes haviam feito um compromisso: “tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22). Como eles já haviam abandonado o egoísmo, Pedro os instigou a praticarem aquele compromisso. Terceiro, porque foi para isso que eles haviam nascido: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível (perecível), mas da incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Poderíamos dizer que nascemos (de novo) para amar. Não devemos mais viver na velha natureza, mas na nova, que é nascida em Deus e moldada segundo o próprio Jesus. Amar fervorosamente uns aos outros manifestará quem realmente somos. Aqueles que nasceram de semente imperecível devem manifestar um amor imperecível.
Por que Pedro começou falando sobre o amor? Porque o amor é o que deve mover as relações. O conhecimento sem amor produz a arrogância (1 Co 8.1). A obediência sempre pavimenta o caminho para a instrução. O amor deve preceder o aprendizado para que cresçamos em santidade. O exercício é espiritual, em vez de acadêmico, o que pode explicar porque há tanta imaturidade em nossas igrejas, apesar da abundância de ensino bíblico e materiais para estudo bíblico. A maturidade depende não somente de aprendizado, mas de amor.
Aprender Avidamente(1 Pe 2.1-3)
Em seguida, Pedro disse aos seus leitores para que aprendessem avidamente: “Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pe 2.1-2).

“Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pe 2.1-2).
Nada produz mais fome do que o trabalho pesado. Amar ativamente nossos irmãos deve produzir fome por ensino adicional. Porém, por que Pedro teria que ordenar este desejo pela Palavra? Aparentemente alguns procuram respostas em outros lugares para o sofrimento envolvido em amar seus irmãos. Talvez, alguns procuram em psicologia humana, manipulação interpessoal ou idéias mundanas de autopreservação.
Entretanto, as Escrituras nos dizem para confiarmos em nosso alimento natural. Aqui, a imagem de uma mãe amamentando é forte. O leite materno é para uma criança o que a Palavra de Deus é para um crente. Todos percebem quando há um bebê faminto. Sem malícia, engano ou hipocrisia. Nascemos de novo da Palavra de Deus (uma semente imperecível), e devemos desejar o leite da Palavra. Devemos ser como os recém-nascidos.
Esse desejo deve substituir as atitudes erradas. Sem dúvida, alguns responderam inapropriadamente ao desafio de amar aos outros. A expressão despojando é sempre usada no Novo Testamento para a substituição de algumas atitudes. A maldade e o dolo lembram que o desejo mau e o engano havia penetrado nos relacionamentos interpessoais entre irmãos. A hipocrisia e a inveja indicam a presença do ciúme e a falta da transparência. A palavra maledicências mostra que esses sentimentos foram revelados publicamente, como em uma típica família em que o amor é forçado até o ponto de ruptura.
Pedro ordenou esse desejo pela Palavra, porque o anseio por uma dieta saudável deve ser cultivado. Deixando todo comportamento maldoso, podemos, então, consumir a Palavra de Deus – nosso alimento natural – como o leite em um lar cheio de crianças.
Nosso apetite pela Palavra de Deus deve ser cultivado. Os crentes que experimentaram e viram que o Senhor é bom não devem permitir que comidas prejudiciais destruam seu desejo por alimentação verdadeira. Se você perdeu seu apetite pela Palavra de Deus, recultive-o lendo sua Bíblia regularmente. A obediência (amar ardentemente) e a fome espiritual (aprender avidamente) produzem santidade.
Trabalhar Entusiasticamente(1 Pe 2.4-10)
O terceiro passo em direção à santidade é o exercício: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive... também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual” (1 Pe 2.4-5). O contexto sugere uma ordem suave. Alguns lêem a expressão sois edificados como “deixem-se ser edificados”, enquanto outros invertem o significado como “edifiquem a si mesmos”. Claramente, essa edificação é resultado dos crentes “chegarem-se para Ele”. Portanto, devemos estar disponíveis para o serviço, como participantes do sacerdócio real que Jesus está edificando.

O terceiro passo em direção à santidade é o exercício: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive... também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual” (1 Pe 2.4-5).
A Lei de Moisés estabeleceu o sacerdócio levítico para servir à nação de Israel em uma casa física (o Templo). O novo princípio identifica cada crente como um sacerdote em uma casa espiritual. Porém, esse “sacerdócio de crentes” não significa que somos sacerdotes em isolamento. Cada crente é uma “pedra viva” em uma “casa viva”, que é um sacerdócio santo. Devemos trabalhar entusiasticamente, porque a integridade da casa depende de cada pedra.
A casa viva desse plano é a Igreja. Israel falhou temporariamente no que se refere à vinda de seu Messias pela primeira vez. Então, até que Ele retorne, Jesus é a pedra angular de uma casa espiritual – Sua Igreja – que Ele disse que edificaria (Mt 16.18).
Esse templo vivo e santo é o meio pelo qual Deus glorifica a Si mesmo neste mundo, até o dia em que Ele reconstruirá o Templo de Israel para o Reino do Messias. Todos os crentes genuínos, tanto judeus quanto gentios, devem trabalhar juntos para oferecer “sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pe 2.5).
Esse caminho para a santidade é essencial, portanto, para a Igreja, porque essa “geração escolhida” temporária, chamada também por Pedro de “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus”, tem o propósito de proclamar “as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9).
Até que os ramos naturais (o povo judeu) sejam enxertados na sua própria oliveira (Rm 11.24), os ramos da oliveira brava (gentios) devem viver e trabalhar juntos de um modo que reflita a glória e a santidade de Deus ao mundo. Portanto, não deixe que suas provações o distraiam no caminho para a santidade. (Richard D. Emmons 

domingo, 3 de maio de 2015

ASSEMBLEIA DE DEUS DE UBERABA INAUGURA MAIS UM TEMPLO NO BEIJA-FLOR II





ASSEMBLEIA DE DEUS DE UBERABA 
INAUGURA MAIS UM TEMPLO NO BEIJA-FLOR II


A Igreja Assembleia de Deus, ministerio Missao, que tem por sede na Av. Guilherme Ferreira, 361 sob a presidencia do Pr. Arasmindo Pereira, inaugurou mais um local de culto no bairro Beija-Flor II na cidade de Uberaba na Av. (...). e serà dirigida pelo Pb. Carlos Ribeiro.

O culto de consagraçao ocorreu neste sabado (02/05/15) com a participaçados dos representanteslocais, Pr. vice-presidente Donisete Rodrigues, Pr Adalberto entre outras autoridades, fiéis e membros da igreja convidados de outras congregaçoes.

Os cultos semanais serao realizados às 19:30hs às segundas-feiras com o circulo de Oraçao, às quintas-feiras culto de ensino e aos Domingos cultos de Adoraçao...


A Igreja Assembléia de Deus de Uberaba hà mais de 50 anos vem contribuindo para que o evangelho seja proclamado nesta cidade onde jà conta com mais de 25 templos e locais de culto, para honra e glòria do Senhor Jesus.


(confira os melhores momentos nas fotos no facebook)

terça-feira, 28 de abril de 2015

Índios sao alcançandos pelo evangelho em aldeia, no AP


28/04/15 Publicado por Junior Bulhoes

Índios são alcançados pelo evangelho em aldeia, no AP

Processo de evangelização teria começado em 1965, contam índios.
Bebidas, danças e vestimentas tradicionais foram abdicados em aldeia.

Indígena Zila Santos lendo a bíblia durante o culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Indígena Zila Santos lendo a bíblia durante o culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
A aldeia Kumenê, que fica na reserva Uaçá, em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, é uma das mais isoladas comunidades indígenas no extremo norte do país. Para chegar a tribo da etnia Palikuré é necessário navegar ao menos 20 horas por três rios do Amapá. Apesar de localizada em meio a selva amazônica, a aldeia sofreu influência da chamada “cultura do homem branco”, segundo o cacique Azarias Ioio Iaparrá, de 50 anos. Uma delas foi a incorporação do protestantismo. “Somos evangélicos. A maioria da aldeia é crente”, resumiu o líder indígena.
Antes adeptos da cultura em que o Deus era a natureza, os índios da aldeia Kumenê passaram a acreditar em Jesus Cristo. A consolidação da religião protestante na tribo não é recente.
Momento do culto na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)Momento do culto na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Relatos dos indígenas apontam que a “catequização evangélica” iniciou em 1965, quando um casal de missionários norte-americanos iniciou o referido processo que teria durado pouco mais de uma década. Eles teriam usado o argumento de que somente na crença em Jesus poderiam obter salvação divina.
Momento de oração de indígena em culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Momento de oração de indígena em culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
“Os missionários explicaram pra gente que Jesus era o único salvador e que Deus fez o céu e a terra. Primeiro não acreditamos muito, mas depois começamos a aceita a palavra e fomos nos batizando nas águas”, contou o pastor indígena Florêncio Felício, de 55 anos, que desde os 25 anos segue o protestantismo. A aldeia tem apenas uma igreja evangélica, construída em alvenaria por missionários na década de 1990.
Com a incorporação do protestantismo o batizado nas águas era uma forma de demonstração da aceitação de Jesus Cristo. A consagração religiosa implicou em uma série de mudanças no comportamento dos índios em razão da nova doutrina adotada na tribo indígena. O ato de batismo era celebrado à margem direita do rio Urukauá, que banha a aldeia Kumenê.
Dança em louvor a Jesus Cristo na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)Momento de louvor a Jesus Cristo na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Uma das primeiras mudanças refletida na tribo tratou do espaço da comunidade. O cacique Iaparrá relata que depois da incorporação da religião protestante, as casas dos índios que antes eram afastadas umas das outras, passaram a ser construídas em distâncias menores entre si.
“Cada família tinha a própria aldeia, mas depois dos missionários passamos a viver mais próximos, como se fosse uma única família”, relatou Iaparrá.
O processo de mudança de cultura dos índios, conforme conta o cacique, teria se efetivado com a alfabetização dos nativos em português a partir da construção da primeira escola dois anos após a chegada dos missionários.
“Aprendemos a falar português porque era a língua dos brancos e assim também poderíamos nos comunicar melhor com os missionários”, acentuou Azarias Ioio Iaparrá.
O cacique acrescentou que apesar de a maioria dos índios saberem o português, a comunicação entre si, incluindo os cultos, é realizada em dialeto nativo, o palikur. Apenas as palavras ‘Jesus’, ‘Aleluia’ e ‘Amém’ não tem tradução para a língua indígena usada na aldeia.
Pastor indígena de Kumenê Florêncio Felício (Foto: Abinoan Santiago/G1)Pastor indígena de Kumenê Florêncio Felício
(Foto: Abinoan Santiago/G1)
O pastor indígena da tribo lembra que entre as práticas culturais combatidas pela religião protestante, três foram extintas: a circulação de pessoas nuas na aldeia, danças típicas, feitiçaria de pajés e o caxixi, bebida com teor alcoólico a base de mandioca fermentada com saliva. As tradições foram trocadas pelos pastores.
Zila Santos, de 47 anos, foi uma das índias que deixou de realizar os costumes tradicionais. “Eu não bebo e nem fumo mais. Isso melhorou a minha vida porque antes, quando os índios bebiam, tinham muitas brigas na aldeia. Depois da igreja, isso não aconteceu mais”, frisou.
Igreja evangélica onde os cultos são celebrados (Foto: Abinoan Santiago/G1)Igreja evangélica onde os cultos são celebrados (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Pensamento diferente tem o indígena Fernando Iaparrá, de 37 anos. Ele diz que saiu da igreja devido a mudança cultural que ela provocou nos índios que aderem a religião. “Eu gosto de beber o caxixi. Mesmo não tendo mais na aldeia, sou contra essa proibição. Por isso decidi deixar”, justificou o índio, que disse ter sido evangélico por apenas um ano.
Por causa do processo de mudança cultural, a intenção do cacique Iaparrá lamenta que a tribo tenha perdido os traços culturais característicos indígena: “Eu vi que a gente não deveria deixar a nossa cultura, mas já perdemos muitas coisas. Crianças que não sabem nem dançar, por exemplo”.
Culto
No lugar dos ritos tradicionais, os índios tomaram outra atividade para si. Por três vezes na semana, eles comparecem na única igreja da aldeia para acompanhar o culto evangélico.
A celebração religiosa começa as 20h e tem duração de três horas. Ela tem a mesma dinâmica de cultos realizados fora da tribo, com louvores, leitura de passagens bíblicas e danças com hinos evangélicos. A única diferença da reunião é que todas as atividades são na língua materna, inclusive a leitura da bíblia, que é redigida em palikur.
Alguns índios ficam obervando culto do lado de fora da igreja em Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Alguns índios ficam obervando culto do lado de fora da igreja em Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
O sonho do sucesso gospel
Os cultos na igreja em Kumenê têm várias bandas que participam durante a celebração. Uma delas é a Missão de Gideão, formada apenas por indígenas. O grupo existe há 20 anos e é um dos mais antigos na comunidade, segundo um dos membros da banda Sofonias Hipólito, de 39 anos.
Ele conta que o grupo musical é composto por quase dez pessoas, a maioria jovens. Ao longo de duas décadas, mais de 100 músicas gospel foram compostas na língua materna da aldeia, conforme cálculo de Hipólito. 
Com tanta música, o integrante da banda revela que o maior sonho do grupo é sair da aldeia para gravar um disco em Macapá. “Temos um material autoral que precisamos colocar em um CD. Mas por causa da dificuldade financeira e distância, ainda não conseguirmos viajar”, disse.
Além das 20 horas navegando da aldeia até Oiapoque, a viagem até Macapá leva mais 12 horas via terrestre com passagem de ônibus ao preço de R$ 90. “Peço todo dia para Deus nos ajudar a sair da aldeia. Temos muitos hinos e queremos mostrar nosso trabalho”, concluiu Sofonias Hipólito.
Bíblia escrita em palikur, língua materna da aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Bíblia escrita em palikur, língua materna da aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Kumenê
A aldeia Kumenê está localizada na reserva Uaçá, em Oiapoque, extremos norte do país. Ela é composta por dez vilas às margens do rio Urukauá, que somam 1.963 índios, segundo o cacique Azarias Iapará.
Nas cabeceiras dos rios Oiapoque e Uaçá, a vegetação é de terra firme, mas seguindo em direção à foz do rio Urukauá, a vegetação muda, sendo tomada por campos alagados, com algumas montanhas, que permitem a ocupação humana.
Para chegar na aldeia Kumenê, em Oiapoque, é necessário viajar mais de 20 horas via fluvial (Foto: Abinoan Santiago/G1)Para chegar na aldeia Kumenê, em Oiapoque, é necessário viajar mais de 20 horas via fluvial (Foto: Abinoan Santiago/G1)
A tribo faz parte da etnia Palikur, que também possui descendentes na Guiana Francesa. Na comunidade brasileira, a língua materna é uma das únicas culturas preservada. Os índios ainda utilizam o dialeto local para se comunicar entre si.
Além do dialeto palikur, muitos falam ou compreendem o patuá, idioma usado por índios das etnias Karipuna e Galibi-Marworno.
Em Kumenê, atualmente há atendimentos da Fundação Nacional do Índio (Funai), com um posto de saúde, e de uma escola estadual com aulas de até o ensino médio.

ESTATUTO INTERNO SEMEAR

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ESTATUTO INTERNO SEMEAR

Corpo Organizacional:

Com base Bíblica para o desenvolvimento, aperfeiçoamento e crescimento do Corpo de Cristo conforme descrito em I Coríntios cap. 12 e Efésios 4.11, todos possuem diversos encargos Ministeriais e dons Espirituais específicos para edificação e organização da Igreja. O conteúdo que estrutura uma organização eclesiástica esta enfatizado no texto bíblico de I Coríntios 14.40 referente a questão que frisa: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” . Deus contudo estabeleceu encargos Ministeriais e Espirituais a cada crente conforme os dons que o Espírito Santo doa a cada um como Ele quer (I Co 12.8). Visando este aspecto como um todo e procurando a aplicação da Palavra de Deus como Ela nos orienta, fica estabelecido o principio bíblico de que: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instruídas” Romanos 13.1

Base Bíblica do conteúdo: Romanos 12.3-8; I Coríntios 12.8-10 e 28; Efésios 4.11; I Pedro 4.10; I Pedro 2.18, Hebreus 13.17; Tito 3.1;

I Timóteo 6.1,2; I Coríntios 14.1; I Coríntios 12.12-20.

Das Atribuições Ministeriais:

1. Cada integrante possui responsabilidades ministeriais dentro do Projeto de Missões SEMEAR conforme o organograma da Equipe;

2. Os encargos apresentados estão em conformidade com as diretrizes da Igreja e com base totalmente bíblica;

3. Cada integrante deverá buscar o aperfeiçoamento de seu ministério conforme a Bíblia nos orienta;

Das Atribuições Espirituais:

1. Cada integrante possui um os vários dons espirituais, que deverão ser usados a medida que o Espírito Santo orienta e capacita;

2. O zelo pelo crescimento espiritual será de responsabilidade individual, compromissado com a Igreja (na comunhão dos santos);

3. A busca contínua para a manifestação do Espírito Santo é de ordenança bíblica e todos deverão estar ciente desse compromisso.

Responsabilidades dos integrantes na Obra do Senhor:

1. Andar dentro dos preceitos bíblicos, apresentado uma vida de testemunho, integridade e dedicação;

2. Não escandalizar a obra através de atitudes, gestos e posturas;

3. Amar a Deus acima de tudo em obediência a sua Palavra e amar ao próximo como a ti mesmo.

“Procura apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem que se envergonhar, que maneja bem a palavrada verdade” II Tm 2.15

“Antes santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”. I Pe 3. 15

IBEMIS - Instituto Bíblico de Evangelismo e Missões Semear

IBEMIS - Instituto Bíblico de Evangelismo e Missões Semear
Material exclusivo do IBAD - Informações (34-8837 1998)

DIRETORIA IBEMIS/IBAD

Superintendente IBAD: Núcleo Uberaba-MG

Ev. Luciano Martins

Diretor de Ensino Teológico

Pr. Eliel Goulart

Vice Diretor de Ensino

Ev. Cleber Renato

Coordenador Geral de Curso

Anízio Marques

Tesoureiro-Controladoria

Dc. Wagner Miranda

1° Secretario de Ensino

Sandra Rodoválho

2° Secretario Administrativo

Thiago Arantes

IBAD

IBAD
NÚCLEO EM UBERABA-MG

NOTÍCIAS SEMEAR:

Visite o Site: www.missoessemear.org


Evangelismo Noturno(14/09/2013) - A equipe de evangelismo e missões Semear evangelizou a Av. Marcos Cherem, muitas vidas receberam a poderosa Palavra de Deus e em seguida acompanhada de oração: prostitutas, travestis, mendigos e drogados. Algumas almas manifestaram o desejo de retornar ao Senhor Jesus, encontramos muitos desviados do evangelho vivendo em densas trevas. Em destaque citamos o nome do Jovem Givanildo que se emocionou muito em receber a oração e com o desejo ardente em voltar para Jesus estaremos na sua residencia próxima quinta-feira realizando um culto no lar. A Deus seja a Gloria!

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Hoje a equipe do Departamento de Intercessões conta com mais de 20 irmãs, que diariamente tem consagrado suas vidas para obra evangelista do Projeto Semear. Com isso grandes resultados temos alcançados mediante o agir do Espírito Santo nas atividades de libertação e evangelização. Seja mais um conosco! E Ajuda-nos a divulgar a palavra de Deus com poder e amor.

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JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40. Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

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A Semear tem realizado suas atividades de forma estratégica através de departamentos, que hoje ultrapassa o número de 10 departamentos de atuação evangelística, para o ano de 2012, estamos projetando uma equipe que atuará numa casa de dependentes químicos feminino (Casa daAcolhida) a 5ª casa de recuperação totalmente feminina no Brasil. Gostaríamos de convidar a você irmã em Cristo a participar conosco dessa grande Obra, lembrando que antes da abertura desta obra estaremos no mês de Dezembro realizando uma reunião e assim recebendo a orientação e aconselhamento necessário para essa atividade com Pr. Eliel Goulart. Para maiores informações procurar Ev. Cleber Renato ou Dc. Diego Pedrosa (8837 1998)

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Os departamentos do Projeto Semear vem se desenvolvendo gradativamente e neste mês passado queremos destacar o Dpt.° de Evangelismo nos Asilos e o Dpt.° de Evanlismo com Crianças que tem alcançado muitas vidas para Jesus de forma estratégica. Qualquer irmão ou irmã pode participar desta obra missionária e você é o nosso convidado, para participar é preciso apenas ter disposição e entrar em contato conosco.